Tenho a mania totalmente anti-brasileira de ouvir o que as pessoas dizem sem concordar com elas. Um boim exemplo disso é o fato de continuar lendo o blog do Cardoso. Cheio de polêmicas, às vezes contundente, outras horas nem tanto, gosto do estilo provocador.
Esta minha insitência rendeu um bom fruto, um post que eu concordei em gênero, número e grau sobre televisão. Para quem não viu ainda, recomendo a leitura.
Aproveito deste momento pra usar este assunto como gancho no meu blog: Falar mal da televisão nós vamos sempre falar sempre que for necessário. Eu especialmente não escapo disso. Mas devemos manter sempre nossa sensibilidade e atenção à disposição de registrar fatos e momentos que nos marcaram positivamente. Por tudo isso, resolvi listar aqui listarei alguns desses momentos que fazem da televisão um veículo ainda tão presente na nossa vida:
"The One with the Prom Video" (Friends - S02E14)
Ross e Rachel brigaram por causa da sua falta de iniciativa e aterna indecisão. Ele a ama desde os tempos do colégio, mas de forma platônica. Exceto pelo dia do baile onde o destino armou dele salvá-la, e que da mesma forma desarmou. Rachel não sabia disso e foi através de um vídeo perdido nas coisas da Monica que a veradade veio a tona. E a mudança de atitude também.
"The Bath Item Gift Hypothesis" (The Big Bang Theory - S02E11)
Sheldon não tem habilidades sociais. Desta forma, tudo que ele pode fazer é tentar entender os comportamentos sociais através da ciência e da matemática. Mas Penny, a vizinha, mostra que como a esperteza é mais forte que o conhecimento bruto e o surpreende com um presente, capaz de destruir qualquer resitência ou barreira psicológica.
"The One Where Joey Moves Out" (Friends - S02E16)
(Inicialmente não quis comentar sobre esta cena pelo fato de "Friends" já ter sido representado neste post. Mas a twittada do Marcel justamente hoje me fez repensar essa posição.)
Depois de muito tempo dividindo o mesmo apartamento com Chandler, Joey resolve se mudar. A cena que marca a despedida de Joey é a materialização na TV do ditado "uma imagem vale mais que mil palavras". Quase sem falas e expressões, ainda dá pra se sentir tudo que acontece naquele momento. Sucedido pela rara ocasião onde "Friends" não teve uma "gag final".
Faltou algum momento que você considera inesquecível? Sugira nos comentários.
30 de novembro de 2009
O que as séries nos ensinaram sobre a vida
26 de novembro de 2009
Ação de Graças
Fico impressionado como estão importando muito feriados hoje em dia. Provavelmente devm ser isento de impostos pela Receita Federal. Já tem o pessoal que tenta fazer Halloween pegar aqui no Brasil, junto de uma turma que quer transformar o 31 de outubro em Dia do Saci.
Gostosuras ou travessuras à parte, se tem um feriado que gostaria muito de ver no Brasil é o Dia de Ação de Graças. Gosto desse ponto da cultura protestante norte-americana, mesmo que muitas vezes não seja exatamente sincera.
Sei que não é meu forte dar e até mesmo receber agradecimentos, mas a cada dia que passa aprendo mais sobre a importância e a beleza disto. Para criar, para fortalecer ou simplesmente para ver melhor as virtudes da vida.
2009 foi um ano de muito trabalho, muitas muitas conquistas, das quais sou grato a todos que estiveram presentes. Do pessoal do NET Cidade, uma família cada vez mais unida à turma dos NoBs, passando pelo o imenso prazer de conhecer melhor aquelas pessoas que via apenas num monitor. Gente até mesmo morando muito distante fez o seu voto de "sim, isto vale a pena".
Pessoas que me ajudaram sem pedir nada em troca e pessoas que pude ter o prazer de ajudar. Gente que me permitiu fazer parte da sua história e gente que me permitiu passar as minhas adiante.
No geral, aquele MUITO OBRIGADO mesmo por poder ser mais um viajante nesta longa estrada da vida.
Calor de derreter miolos
Voltando pra casa um senhor, do nada, me avisa: "O cartório não é mais aqui". Eu por reflexo, respondo: "É, agora fica umas 3 casas pra lá..."
Ele vira a cabeça e vai embora.
Na volta, passo por uma confusão no trânsito, o caminhão arrancou o retrovisor de um carro. Na outra esquina alguém me fita nos olhos e pergunta: "Foi batida ali?"
Eu, já não tão reativo assim, sonoramente: "HÃ?!"
- "Ah, você não tava no caminhão..."
Foi embora sem dizer mais nenhuma palavra.
Depois de atravessar a rua, uma pessoa SAPATEIA na minha frente. Simples assim. O chão tava quente mas não tava pra tanto, convenhamos...
Um colega de trabalho comentou de manhã que o carro dele estava cheirando muito mal. Devia ser tapete molhado ou algo do tipo, mas não achava exatamente o foco do mal cheiro. Ao voltar do almoço ele me contou que achou. Era um peixe comprado no supermercado na TERÇA que tinham esquecido no porta-malas.
Esses foram alguns exemplos de como uma população pode surtar coletivamente sob altas temperaturas.
PS: Todas as histórias aqui relatadas são verídicas, nenhuma situação foi inventada.
23 de novembro de 2009
21 de novembro de 2009
Bullyproof
Quando vi esse link dentro do feed de novidades da Radio 1 por um minuto imaginei ser algum especial do La Roux. Engano desfeito, vem a satisfação de ver uma campanha dessa importância acontecendo.
Como o próprio vídeo mostra, 47% da crianças britânicas já sofreram ou sofrem bulling. Poderíamos chamar isso de um caso de saúde pública?
Essa campanha da BBC visa conscientizar os jovens do problema e também dar apoio para aqueles que sofrem desse mal. Confira o vídeo:
20 de novembro de 2009
Top 8 - Institucionais de TV
Muita gente no Twitter e até mesmo no trabalho comenta sobre o meu fascínio sobre vinhetas, chamadas e institucionais de televisão. Isso me deu a idéia da oportunidade que eu tenho de compartilhar esse conhecimento com mais gente (maluca que nem eu, talvez?) e na forma mais divertida e polêmica que pode haver: uma lista dos melhores, segundo meu critério. Confira se a minha lista de favoritas bate com a sua:
(Quero deixar registrado a infelicidade de não haver campanhas brasileiras na lista pelo simples fato que o Brasil não acredita neste formato, ou quando acredita, se limita a copiar e traduzir (caso do SBT).)
8 - "Just Watch Us Now" (1982 - NBC)
Por quê? A briga entre o primeiro lugar em audiência durante os anos 70 ficou praticamente apenas entre a ABC e a CBS, o que fez da necessidade de renovação de imagem a prioridade número um dentro da NBC para os anos 80. Todo o resultado dessa reestruturação está retratado na campanha "Just Watch Us Now", que foi muito bem sucedida e que portas para outras campanhas bem sucedidas da casa nos anos 80.
7 - "Still The One" (1977 - ABC)
Por quê? Como podem notar, a ABC nunca perdeu a obsessão em querer anunciar que é a líder, só que nessa o trabalho foi bem melhor. E não sou só eu que digo isso, mas também o Channel Nine da Austrália, a Sky da Inglaterra e mais um monte de emissoras que copiaram essa música.
6 - "Come Home" (1986 - NBC)
Por quê? Tem coisa melhor do que a sensação de estar voltando pra casa depois de um cansativo dia de trabalho? A NBC sentiu isso e associou esta idéia com a que a emissora seja a casa das pessoas, onde seus shows são parte integrante da família americana. As cenas de gente encerrando o expediente definem brilhantemente o vídeo.
5 - "We're Four New York" (1992 - WNBC-TV)
Por quê? Tomando sucessivas "surras" nos índices de audiência, o canal nova-iorquino da rede NBC precisava de uma renovação e uma das grandes sacadas foi essa campanha inspiradora, que foi a fundo no espírito cosmopolita da cidade, sem falar no esperto trocadilho entre "for" e "Four", número do canal no espectro. A campanha chegou a ter repeteco anos seguintes, mas não com o mesmo efeito.
4 - "Let's All Be There" (1985 - NBC)
Por quê? É sem dúvida um dos slogans mais lembrados quando se fala em campanhas institucionais de TV nos EUA por combinar uma boa letra (a excelente sacada do "people come together with the moment that they share") e um ritmo conquistador. Também bem lembrada numa boa versão de 30 segundos:
3 - "Looking Good" (1979 - CBS)
Por quê? Apelar para o lado emocional das pessoas sempre foi uma estratégia chave no mercado de jingles e institucionais de TV nos EUA, só que com um ingrediente a mais: O patriotismo. A CBS sempre se valeu muito dessa fórmula mas nesse promo de 1979 ela realmente se supera, e pasmem, nem chega a colocar o nome da rede na letra!
2 - "Reach for the Stars" (1981) - CBS
Por quê? Frética, conquista pela empolgação, ligada a quantidade de formatos de aventura nas estréias da temporada. Também um dos raros casos onde a edição das imagens contribui significativamente para a mensagem do vídeo.
1 - "We've Got The Touch" (1983) - CBS
Por quê? The "touch", o "toque", algo que não pode ser bem definido, mas pode ser sentido. A campanha é toda construída em cima de sentimento que une TV e telespectador de uma forma que qualquer obstáculo é contornado. Logo em seguida a campanha foca as atividades do dia-a-dia e como um "toque" pode transformar tudo:
MENÇÃO HONROSA: RTP 50 anos (2007)
Por quê? A edição do vídeo ficou muito a desejar, misturando artistas que cantam sem saber a letra da música com imagens que nem são da própria RTP. Mas apesar disso a campanha de 50 anos da Radio e Televisão de Portuigal merece um lugar de destaque nesta lista pela incrível canção que usou. Ainda estou a ver uma música que fale de maneira tão poética e verdadeira sobre o trabalho televisivo e a sua função social.
4 de novembro de 2009
Americana ainda tem rock'n'roll?
26 de outubro de 2009
Americana sob ângulos curiosos [2]
24 de outubro de 2009
20 de outubro de 2009
Lidando com o ócio #1
Cliente te deu bolo? O trabalho na produtora parou porque o MPEG vai demorar 2 horas pra exportar? Aprenda então a ter horas de puro prazer e diversão lúdica fazendo um pião de pinos vazios de DVD-R:
Selecione dois pinos de tamanhos diferentes: 15 e 50 DVDs, neste caso:
Encaixe-os pela base:
Posicione no chão e gire, é diversão garantida!
7 de outubro de 2009
#AmorimFacts
Paulo Henrique Amorim é um apresentador de longa expriência e de grande versatilidade, daria certo em qualquer tipo de programa:
Apresentando um programa infantil:
"Olá neném!"
Apresentando um programa de qualidade de vida:
"Olá, tudo zen?"
Um programa espírita:
"Olá... do além!"
Um programa de calouros:
"Olá! Canta bem?"
Um programa de culinária:
"Olá, quer também?"
(com colaboração do Thássius)
23 de setembro de 2009
Paradigmas do presente
Da mesma forma que no início do século foi sugerido que devia-se fechar todos os escritórios de patentes, "pois tudo já havia sido inventado", hoje decreta-se a morte do jornalismo.
Tenho uma saída, uma solução mágica? Não. Mas da mesma forma que se deu tempo ao tempo na primeira situação.
A mudança de comportamento que prego é para que os meios de comunicação e jornalistas parem de se preocupar com o futuro e passem a trabalhar no presente.
Dia após dia são criadas novas ferramentas que vão subvertendo as funções do jornalismo tradicional. Onde estão os diplomados para tirar proveito disso tudo e transformar em novos conceitos e novos formatos aquilo que aprenderam na faculdade?
Em boa parte a crise dentro da área se justifica pelo alto número de pessoas acomodadas em seu próprio ego, no poder imaginário que todos seriam eternamente submissos ao que saísse das suas sagradas palavras. Hoje o paradigma é outro: Não queremos ser apenas espectadores. E o mais irônico é que o jornalismo desde sempre devia estar preparado e além disso, trabalhando com esta hipótese.
A notícia não tem como objetivo tão somente o registro histórico de algum fato mas sim abrir a possibilidade e trazer as ferramentas para a mudança da realidade. A notícia deve servir ao público e não o contrário.
A dica básica que eu dou pra quem quer realmente mudar sua forma de trabalho e se adaptar aos novos tempos é a mais velha do ofício: Converse e escute. Pessoas pela rua, seus colegas, o cara que senta do teu lado no ônibus... Esta é a sua verdadeira pauta.
14 de agosto de 2009
11 de agosto de 2009
Meu manual de redação - versão de bolso
1 - Não existe imparcialidade. As informações chegam muito mais verdadeiras ao seu destino se não passarem pela assepsia forçada de tentar retirar as opiniões implícitas, até mesmo as inconscientes.
2 - Pessoas são inertes. Elas só vão se manifestar quanto você se posicionar. Por isso o jornalismo esterilizado até hoje não ajudou a mudar nada no mundo.
3 - Parcial, como a vida sempre foi. Toda história tem mais de um lado. Já passamos há tempos da Guerra Fria pra acreditar que só existe o 'Bem' e o 'Mal' na face da Terra. A realidade é muito mais complexa do que tentamos enquadrá-la dentro das redações artificialmente iluminadas.
4 - Não se interfere no ecossistema da notícia. Pergunte menos, observe mais. Quem observa não gasta seu tempo com perguntas tolas e ainda descobre todas aquelas coisas que ninguém teria a coragem de te dizer.
5 - Assuntos corriqueiros são a origem de grande pautas. Se você já não enxerga mais isso é sinal que tanto tempo de cativeiro na redação te tornou incapaz de suas idéias se reproduzirem em habitat natural. Ande sem rumo na rua, pegue um ônibus, e principalmente converse com qualquer um. Ou seja, desintoxique-se.
6 - Manuais de redação não servem para nada. Se você obedeceu cegamente à essas regras, com certeza você não serve para profissão. Procure alguma outra que exija menos espírito crítico.
14 de julho de 2009
Dicas para uma vida blogueira saudável
(Este post orginalente foi uma colaboração minha para um amigo, o Rodrigo Neres, para um jornal de faculdade. Como estou numa época de resgatar material perdido na memória, minha e do computador, vale a publicação aqui, pra que não se perca novamente)
- Seja original
A internet é um mundo de informações e é muito fácil procurar outra fonte de informação caso a sua seja paupérrima. Ninguém fica rico copiando matérias do G1 e colando no seu blog. Além de tudo, fazer control-c control-v é chamar seus leitores de idiotas, e ninguém gosta disso. Lembrando você mais uma vez que a concorrência tá aí, logo ao lado.
- Se precisar citar, coloque link. Sempre.
Pode até rolar de copiar algum trechinho (lembrando que isso implica em direitos autorais também, tá?) mas tem que ter o link. O Google organiza seus resultados através da quantidade de links que existem para determinada página, tornando-a asism mais relevante. Então você pensa: "Porque eu vou ficar ajudando outras pessoas assim?" ora, porque é preciso...
- Tratar outros da mesma forma que gostaria de ser tratado.
Um dia você linka, mas no outro dia você pode ser linkado! Todos os grandes site e grandes blogs sempre conseguem saber daonde as suas visitas estão vindo. Então, se você linka corretamente e seu conteúdo é bom, você ganha uma chance de receber mais atenção e mais visitas, ou seja, um link de volta.
- Invista no seu blog.
Use o tempo necessário pra produzir um bom conteúdo. Post enche-lingüiça não funciona! Se você não tem tempo pra fazer uma boa coisa, as pessoas também não vão ter tempo pra ler o que você tem a dizer.
- Deixe os trolls falem sozinhos.
Uma hora você pode ficar famoso ou polêmico. Ou quem sabe as duas coisas ao mesmo tempo. Sim, vão ter pessoas querendo acabar com a sua moral, sua reputação e principalmente a sua paciência. Ignore-os. Não tenha medo de moderar e apagar os comentários, afinal eles servem para acescentar informações ao seu post, não pra desocupados ficarem dando uma de machões virtuais.
23 de junho de 2009
Dois dedos
Já se foi muito discutido sobre a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo. Não vou ser mais uma pessoa a jogar minhas palavras onde muita merd* foi jogada no ventilador.
Meus contatos estão ali na coluna da direita, aproveite que além do diploma a ditadura também caiu e xingue-me à vontade.
De minha parte propriamente dita deixo registrado que, apesar do STF ter me concedido esse poder, abdico ao título de jornalista. Ontem, hoje e amanhã, seja lá qual seja ele. Tanto nos meus dias de ignorância abissal como num sonhado dia após 4 anos de curso, dispenso completamente o tal título, a "carteirada light" que se aplica inúmeras vezes ao longo de um dia ao longo do mundo.
Quero ser jornaleiro. Aquele cara sabe quem aparece todos os dias pra ver as notícias, sabe o que as pessoas querem e o que precisam saber. Aquele cara que sabe o que acontece na sua rua tão bem quanto o que acontece na Rússia. O cara que sempre faz a ponte, ás vezes longa, entre a manchete e a vida real. Que não fica desintegrando seus dias num espaço hermeticamente fechado com ar-condicionado.
E se algum jornalista os ofenderem, jornaleiros, me chamem que eu entro na briga!
9 de junho de 2009
Momento "Petrobras"
Tem gente que acha um absurdo a Petrobras divulgar as entrevistas que recebe. Mal sabem eles como funcionam as agência de publicidade nesse mundo blogosférico atual..
Que tal nós mostrarmos então como funciona essa máquina que gira em torno dos blogs? Segue aí o e-mail (disparado em massa para milhares de blogueiros desimportantes como eu, como o Google pôde mostrar) que recebi numa tentativa de divulgar o prêmio CNN de jornalismo universitário. Ou algo do tipo:
from Fred Conti
date Thu, Apr 16, 2009 at 6:47 PM
subject Lançamento do 5º Concurso CNN
Olá Micael, tudo bem ?
Meu nome é Frederico Conti e estou trabalhando na divulgação do 5º Concurso Universitário de Jornalismo CNN. Acredito que isso pode ser interessante para você e para os leitores do seu blog Desvende essas Neuras.
As inscrições começaram no dia 24 de março e podem ser feitas até dia 29 de junho de 2009.O tema deste ano é “O uso da tecnologia no desenvolvimento social.”
A novidade de 2009 é que o estudante vai poder enviar o vídeo de até 2 minutos pelo YouTube, sendo que ele poderá produzir quantas matérias quiser.O concurso é válido somente para estudantes de jornalismo.O ganhador conhecerá os estúdios da CNN International, além de ter sua matéria exibida pelo canal.
As inscrições podem ser feitas no site:
www.concursocnn.com.br
Acompanhe ainda as novidades no Blog:
http://www.concursocnn.com.br/2009/blog/
e fique à vontade para esclarecer quaisquer dúvidas comigo,
por este email ou pelo telefone: (11) 3711-8131
Obrigado pela atenção.
Frederico Conti
fred@ichimps.com.br
3 de junho de 2009
Semeando
Já perceberam como ser gentil com os outros faz bem pra nós mesmos?
Senti essa espécie de catarse individual na terça-feira, com uma simples frase. Não tem nada de especial na frase, muito menos a situação e a pessoa. O ambiente em si era simples, o pensamento que rondou a minha cabeça naquele momento não.
Sempre adotei como minha filosofia apenas manifestar sentimentos que realmente esteja sentido. Tipo responder o "tudo bem?" de todo dia. Eu podia inventar a resposta mais inesperada possível, mas rebolava ao imponderável pra não ser mentiroso comigo mesmo, dizendo que estaria bem quando na verdade não estava.
Porém ontem enxerguei a mesma situação, a essa mesma auto-filosofia com um novo olhar. Alguns posts atrás aqui no blog comentei sobre as regras de ação e reação na vida (dê uma relida lá se interessar) e foi isso que me ocorreu na hora: "Por mais que eu não me sinta bem, porquê não posicionar um 'tudo ótimo!' como uma meta a ser atingida, como uma fé depositada em algo que ainda vai se cumprir? A fé é gratuita, e acreditar não é pecado."
Desse momento em diante minha consciência tomou um daqueles DietShake's e perder uns 50 quilos de dúvidas e ponderações vazias. Eu me senti como um semeador de boas idéias e bons sentimentos, tanto pra mim como pra aquela outra pessoa. E provavelmente pra você também, que está lendo esse texto.
E como todos nós sabemos, quem planta, colhe.
1 de junho de 2009
Do amor ao sexo
Segundo um jornalista:
Queria ouvir de você o que você pensa da nossa relação, porquê eu preciso saber dos dois lados. Inclusive, poderiamos tentar de outras formas, pra enriquecer mais o resultado final. Não, não, não vou fazer isso a menos que você realmente queira, quero que seja algo que saia de dentro de você. Não quero esmolas! Dinheiro não é importante nesse negócio, apenas corrompe e suja nossa relação. Essas coisas não saem de graça, a conta vem depois. Mas se vier como agradinho, aceito né? A situação anda bem difícil...
Segundo um publicitário:
Você já voltou com esse pedido umas 3 vezes! O que mais você quer que eu mude? Mais uma vez eu broxo! Na proposta tudo é bonito, maravilhoso, você diz que vai deixar tudo por minha conta, tudo ao meu critério, mas não, no final das contas tem que ser tudo do seu jeito! Deixa as coisa só comigo, pelo menos uma vez na vida! Não precisa chamar esse povo todo pra assessorar não... Eu juro, vai ser maravilhoso! Você nunca mais vai querer saber de outro agente.






